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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Com barriguinha à mostra, Joelma vai a casamento de Bruno, dupla de Marrone

fonte: EGO

'É um vestido do meu estilista particular, o Ruy dos Anjos. Ele que faz todas as minhas roupas, inclusive as de show', contou a cantora.


a/EGO/Iwi Onodera

Chimbinha e Joelma no casamento de Bruno, da dupla Bruno e Marrone


Joelma escolheu um vestido ousado para o casamento de Bruno, dupla de Marrone, e Marianne, um longo verde com uma abertura na lateral do abdômen. "É um vestido do meu estilista particular, o Ruy dos Anjos. Ele que faz todas as minhas roupas, inclusive as de show", contou a cantora do Calypso. A dupla agora está preparando um novo CD e DVD. "Estamos gravando, entramos em estúdio", contou ela, que é amiga de Bruno há anos.

Joelma do Calypso, que era contra, agora apoia a carreira musical da filha, Nathalia Sarraf

fonte: Extra



A cantora Joelma apoia a filha Nathália Sarraf, que também decidiu se tornar cantora de forró 

Às vésperas do Dia das Mães, a cantora Joelma, da banda Calypso, presenteia sua filha Nathalia Sarraf com sua bênção maternal e profissional.
É que, mesmo com uma resistência inicial, a paraense decidiu apoiar a decisão da herdeira de seguir seus passos na carreira musical: desde 2010 a moça de 21 anos é vocalista da banda de forró Saborear.
— Minha mãe não queria que eu investisse na vida artística. Ela sempre quis que eu me dedicasse aos estudos. Mas agora ela resolveu apoiar a minha decisão e até dá dicas sobre a minha carreira — conta a cantora de forró, que hoje mora sozinha em São Paulo.
Nathalia é a filha mais velha de Joelma, que foi criada pela avó para que a vocalista do Calypso pudesse se dedicar à profissão. Porém, mesmo depois que a banda atingiu o sucesso, a menina continuou sem viver com a mãe.
Mas a jovem intérprete diz não guardar ressentimentos por não ter convivido com Joelma:
— Minha mãe sempre viajou muito fazendo shows. Então, é claro que batia uma saudade. Mesmo assim, eu entendia que fazia parte da profissão de cantora.

Guitarrista da Banda Calypso, Chimbinha vira parceiro de nomes como Nando Reis e Dado Villa-Lobos

fonte: Extra

Após gravar com Nando Reis, Chimbinha entra em estúdio com Dado/ Foto: DivulgaçãoRIO — Nos bailes de Belém dos anos 1980, o adolescente Chimbinha tocava — em meio a gêneros como merengue, zouk, Jovem Guarda e o romantismo chacundum de Reginaldo Rossi e Amado Batista — muita música da nascente geração do rock brasileiro, de artistas como Paralamas do Sucesso e Legião Urbana. Agora, o guitarrista da Banda Calypso se prepara para entrar em estúdio e gravar uma participação no novo disco de Dado Villa-Lobos, da Legião, numa faixa em que os paralamas Bi Ribeiro e João Barone também tocam. Mas essa é mais que uma simples história do fã que alcançou o sonho de tocar com seus ídolos. Primeiro, porque Chimbinha não é um artista em ascensão, e sim um dos maiores vendedores de discos da história da música brasileira. Em segundo lugar, o encontro, assim como a sua participação no CD “Bailão do Ruivão”, de Nando Reis (de outubro de 2010), parece consolidar o guitarrista — elogiado há muito tempo por colegas do circuito rock-MPB, mas de longe — como um músico, enfim, aceito no clube da música popular-urbana--de-classe-média (versus o universo ultrapopular e periférico da Calypso).
— Assisti ao show que a banda Calypso fez no Canecão em 2008 e fui ao camarim, foi superbacana. Achei incrível o som, altamente melódico, profissional, popular e pop. E ele veio me abraçar entusiasmado, muito carinhoso, disse que adorava a Legião — conta Dado. — Conversamos basicamente sobre música. O estilo dele, guitarrada, carimbó, é um lance especial, superbrasileiro. Mas, ao mesmo tempo em que tem essa força do regional, tem um lado meio Roy Orbison, esse pop-rock dos anos 50 e 60. Fiz uma música, “Lucidez”, que se encaixa perfeitamente no som dele, com a cozinha dos Paralamas, uma levada mais de praia.
A percepção de Dado combina com o relato que Chimbinha faz de sua formação no Pará:
— Na infância, a gente tinha um rádio daqueles que pegam estações de fora do país. Como estamos perto do Caribe, ouvia muito som de lá. Além de ritmos como merengue, artistas africanos que até hoje não sei o nome... — lembra o guitarrista. — Do pop-rock, adorava Beatles, Creedence, The Ventures e Roy Orbison, com aquela guitarra fazendo uns arpejos o tempo todo. E tinha a guitarrada do Mestre Vieira, Aldo Sena. E mais Renato e Seus Blue Caps, Os Incríveis, The Pops. Acho que quase tudo aquilo está na minha guitarra, do meu jeito. Eu tentava tirar, ficava meio errado, as pessoas falavam: “Está legal pra caramba.” E eu dizia: “Mas não é bem isso que eles tocam.” Porque as bandas tinham duas, três guitarras e eu não sabia, e tentava soar igual. Ia tocando e misturando as várias guitarras.
Chimbinha não é um artista em ascensão, e sim um dos maiores vendedores de discos da história da música brasileira
CD de guitarrada a caminho
O caminho que o levou do Pará aos CDs de Nando e Dado foi longo. Hermano Vianna foi o primeiro a dizer, categoricamente, há uma década, que Chimbinha era um dos melhores guitarristas do Brasil. O nome do artista ficou mais conhecido quando a Banda Calypso (com seu modelo de negócios que, se aproveitando de forma original das facilidades da tecnologia digital e do circuito da pirataria, se tornou um fenômeno de vendas) chamou a atenção das capitais “do Sul”. Enquanto seu trabalho na Calypso com a cantora Joelma (sua mulher) era olhado com um misto de desprezo e peça de humor involuntário pelo público dessas capitais, músicos e produtores começaram a prestar atenção no talento de Chimbinha. Em 2008, ele foi escolhido — pela votação de seus colegas artistas — o guitarrista da Banda dos Sonhos na entrega do prêmio VMB, da MTV.
— Fiquei surpreso, claro. Votei no Andreas Kisser.
A formação dos sonhos tinha ainda os vocais de Marcelo D2 e, novamente, a cozinha dos Paralamas — Barone na bateria e Bi no baixo. A banda carioca e a Calypso tiveram outro encontro na MTV, dentro do programa “Estúdio Coca-Cola Zero”.
— Foi muito bom, porque o som dos Paralamas também se aproxima do Caribe, da África — conta o artista, de 37 anos.
Por e-mail, Barone conta que a parceria deu frutos:
— Incluímos no nosso show uma versão de “Uma brasileira” que tocamos nesse programa, com uma pegada brega. Ficou demais! Chimbinha foi o culpado! — brinca o baterista, acusando o preconceito contra o gênero e, por outro lado, sua atual valorização. — Hoje Arnaldo Antunes e Otto reapresentam o brega para os mais “exigentes”.
Chimbinha trabalha em outro projeto que também pode agradar a essa turma. Em maio, ele mixa no Rio, no estúdio Toca do Bandido, um CD de guitarrada, com participações de músicos como Armandinho, Robertinho do Recife e Pepeu Gomes:
— Vou fazer o CD com som carioca — afirma, tocando, de brincadeira, no movimento natural que tem feito da periferia para o centro.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Depois de vestido ousado, Joelma, do ‘Calypso’ prepara figurino de carnaval

fonte: Globo

Cantora desenvolveu um figurino para cada uma das seis apresentações


-Divulgação/-Divulgação


A cantora Joelma, da banda “Calypso”, está desenvolvendo cada vez mais seu lado estilista.

Depois de roubar a cena com um modelito ousado no casamento de Bruno, da dupla “Bruno e Marrone”, a cantora está concentrada com seu estilista Ruy dos Anjos para finalizar os figurinos com que deve se apresentar no carnaval.
“Para essa turnê foram produzidos figurinos especiais. Todos desenhados por Joelma com a ajuda do Ruy dos Anjos. Ela vai prestar homenagem aos carnavais brasileiros. Todos com a característica da artista, com muita pluma, paetê, penas e bem coloridos”, informou a assessoria da cantora.

Joelma e Chimbinha se apresentam no dia 1º de março em Jaboatão dos Guararapes, em Pernabuco, depois cantam no dia 5 no Galo Madrugada. A dupla parte para a Bahia no dia 6, para cantar em Mucuri,  Caravelas, no dia 7, e encerra o carnaval com show no dia 8, em Belomnte. Promete!

Joelma, do Calypso, faz show com look 'embalada a vácuo' e decote generoso

Fonte: Globo

Banda se apresentou em uma festa em São Paulo, na noite deste sábado

Fábio Guinalz/.Ag. News

Joelma no show do Calypso, com seu macacão superjusto e decote generoso

A banda Calypso se apresentou na festa "São João em São Paulo”, no Anhembi, neste sábado, 19. Joelma, cantora do grupo, usou um modelito ousado: um macacão que de tão justo parcia que ela estava embalada a vácuo, com direito a um decote para lá de generoso.

Na mesma noite, Geisy Arruda tentou ousar com um look estilo fatal, mas acabou deixando à mostra seu calçolão.



Joelma e Chimbinha embarcam para o Grammy Latino, em Las Vegas

fonte: EGO

Casal concorre na categoria Raízes Regionais Brasileiras.

Assessoria de Imprensa/Divulgação 
Joelma e Chimbinha
 
Joelma e Chimbinha, da banda Calypso, embarcaram nesta segunda, 8, para Las Vegas, nos Estados Unidos, para participar do Grammy Latino. O casal concorre na categoria Raízes Regionais Brasileiras com o CD comemorativo dos 10 anos de carreira, gravado ao vivo em Recife.

Banda Calypso grava em espanhol de olhos nos latinos

fonte: Extra

Joelma está aprendendo espanhol para se lançar de verdade no mercado latino. Ela e Chimbinha já gravaram a música "Xonou xonou" no idioma. Recentemente, a banda Calypso se apresentou na Bolívia e chamava a atenção o maior número de fãs locais do que de brasileiros na plateia.